Diariamente, milhares de pessoas morrem ao redor do mundo. Uma das coisas que geralmente se espera para cada uma delas é um enterro digno e apropriado, de acordo com cada cultura. Mas a ciência, as vezes exige sacrifícios.
ANÚNCIOS
Nos Estados Unidos, está localizada a primeira “Fazenda de Corpos” do mundo. Esse local, que fica no Tennessee, existe desde 1971 e se consiste basicamente em um terreno onde corpos humanos são deixados ao ar livre, expostos, para apodrecer.
ANÚNCIOS
Parece loucura, né? Mas é ciência. O experimento foi elaborado pelo antropólogo William M. Bass e segue firme e forte até hoje, onde vários cientistas de diferentes áreas monitoram diariamente cada pequena mudança observada nos corpos.
A ideia de Bass surgiu de forma curiosa, quando ele foi acionado pela polícia para ajudar em um caso. Acontece que um túmulo havia sido violado e a polícia encontrou um corpo “fresco” no local onde deveria estar um cadáver de décadas em decomposição.
Bass se deu conta de que pouco se sabia sobre a decomposição humana e elaborou a ideia das fazendas. Com descobertas feitas no estudo, o serviço policial de perícia e autópsia passou a ter mais informações técnicas, permitindo aos especialistas determinarem aproximadamente quando uma pessoa encontrada em condições suspeitas pode ter sido morta.
ANÚNCIOS
No começo do projeto, Bass se apossou de corpos tidos como “não reclamados” pelo Estado, ou seja, desconhecidos cujo as famílias não se apresentaram. Hoje, existem 7 fazendas do tipo nos Estados Unidos e existem doações de corpos.

Desânimo, ansiedade e outros 6 sinais mostram que seu corpo precisa desesperadamente dessa vitamina
Após saber disso, você nunca mais vai lavar o arroz antes de cozinhar
Três Anos de Silêncio: O que você ainda não sabe sobre a eterna Rainha da Sofrência
Teste: A primeira coisa que você enxergar nesta imagem vai desvendar um traço oculto da sua personalidade
Câncer se espalha por rosto de paciente após ele se submeter a um procedimento estético; entenda
‘Síndrome do Lobisomem’: Vídeo de garotinha com condição rara viraliza nas redes sociais