Juarez Petrillo, pai de Alok e também DJ, foi um dos vários turistas que estavam na rave SUPERNOVA Universo Paralello, em Israel, quando os primeiros ataques foram registrados.
Petrillo estava como DJ no local e se apresentaria, mas o evento foi cancelado após o começo dos ataques. No Brasil, em segurança, o DJ lembrou sobre a experiência em entrevista ao Fantástico.
“De repente, estoura uma bomba do lado da festa. Cara, foi um grito de susto de todo mundo, que nessa hora a coisa mudou. As meninas da festa começaram a entrar em pânico e chorar”, lembrou.
Em meio ao pânico, as pessoas fugiram pelo deserto para escapar das explosões. Vídeos que circulam na web mostram carros e pessoas fugindo, sendo tanto membros do público quanto da equipe do evento.
Longe dali, civis de Israel começaram a ser orientados a se abrigar em bunkers de proteção. Em questão de horas, Israel declarou guerra contra o Hamas, grupo extremista que existe em território palestino.
Petrillo chegou ao Brasil, após conseguir fugir de Israel, no último dia 11. Pelas redes sociais, Alok mostrou um registro do reencontro com o pai e desabafou sobre o alívio em te-lo de volta.
Muitos turistas brasileiros estavam em Israel quando os bombardeios começaram. Através de uma ação do governo federal, centenas de brasileiros já foram repatriados e as viagens continuam; em Gaza, o governo segue negociando com Israel e Egito para retirar brasileiros que estavam em território palestino.