O último domingo (08) ficou marcado pela invasão de manifestantes radicais à Brasília. Em cenas de barbárie, um grupo de várias pessoas promoveu terror e destruição.
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O “ato” já vinha sendo convocado por dias nas redes sociais e essa é uma das principais razões da queda de Anderson Torres. Ao longo da tarde de domingo, Torres acabou sendo exonerado do cargo em decisão do governador Ibaneis Rocha (DF).
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Além da exoneração, Torres também foi alvo de um pedido de prisão em flagrante. Quem emitiu o pedido foi a Advocacia Geral da União. O pedido agora segue para o Supremo Tribunal Federal, que é responsável por avaliar.
Atualmente, Torres não está no Brasil. Ele viaja pelos Estados Unidos, onde também está o ex-presidente Jair Bolsonaro. Bolsonaro, inclusive, teve Torres como grande aliado durante um período de seu governo, enquanto Torres exerceu cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública.
Antes de entrar para a política, Torres teve passagem pela Polícia Federal e também Polícia Civil. Entre os anos de 2019 e 2021, Torres já havia sido Secretário de Segurança no DF, no primeiro mandato de Ibaneis.
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Torres agora corre o risco de ser preso por não ter agido de forma preventiva contra o grupo de manifestantes que chegou na capital. Isso porque o ato de ontem, que se converteu em verdadeiro ato terrorista, já vinha sendo anunciado nas redes sociais.
Caso seja responsabilizado, ele pode ser preso e condenado.

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