O caso que chocou o Brasil, de João Alberto Freitas, de 40 anos, que foi brutalmente espancada até a morte no Carrefour, ganhou um novo capítulo. O pai da vítima, João Batista, de 65 anos, falou mais sobre a morte de seu filho e sobre que esperava do futuro. Ele quer justiça!
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O pai da vítima relatou que no momento do ocorrido, estava em um culto evangélico quando recebeu a ligação inesperada. Ele revela que ninguém deveria passar por aquela situação, ressaltando que foi horrível e que sentiu muito desespero.
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Na ligação, sua nora, Milena Borges, pediu por ajuda, para que ele fosse até o supermercado, com a intenção de salvar a vida do seu filho. Então, quando ele chegou até o estacionamento, os paramédicos estavam tentando fazer os últimos procedimentos, mas infelizmente ele não resistiu.

João Alberto declarou que essa bruta agressão não se passa de um crime racista. Ele conta em uma entrevista que não pode acreditar que uma pessoa possa ter tanta fúria por outra, sendo capaz de até mesmo matar.
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Para finalizar, o pai da vítima diz que não deseja que mais ninguém passe pelo que ele passou, vendo que seu filho foi morto brutalmente dessa maneira por homens que se dizem seguranças, o qual, de acordo com ele, não merecem nem mesmo este nome.
João Batista declara que espera a justiça ser feita, e que confia em Deus, pois ele mais nada poderá fazer. O caso está sendo investigado pela polícia.

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