Este caso vem chamando a atenção de especialistas, ele mostra que o instinto maternal pode ser algo bem maior do que se imagina.
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Uma gestante, de 27 anos, identificada como Hannah Cole, ficou apavorada quando a sua bolsa estourou com pouco mais de 20 semanas de gravidez. De imediato a britânica buscou ajuda médica e precisou ser internada por sua condição.
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Algumas horas depois os médicos lhe deram a pior notícia que uma gestante pode ter, eles afirmaram que o bebê havia morrido no útero, pois não conseguiram identificar os batimentos cardíacos do feto.
A gestante foi informada que iria passar por uma indução do parto para que pudesse expelir o feto ainda muito pequeno.
Contudo, Hannah deu ouvido aos seus instintos maternos e se recusou a acreditar que seu bebê estava morto, segundo ela não era por negação, mas sim porque no fundo sabia que seu filho estava vivo.
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Antes de ser enviada e preparada para a indução do parto Hannah pediu que os médicos refizessem o exame, o que foi realizado em seguida e desta vez os especialistas em saúde conseguiram encontrar o batimento cardíaco.
A futura mamãe mal podia acreditar que seu “bebê milagre” estava vivo e recebeu o nome de Oakley, que nasceu extremamente prematuro com apenas 24 semanas e 3 dias de gestação.

Oakley continua internado, já precisou passar por procedimentos cirúrgicos, continua lutando por sua vida e não tem previsão de alta hospitalar.

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