Neste último domingo, dia 15 de setembro, inudanções resultaram em pelo menos 113 mortes e mais de 320 mil pessoas foram afetadas por um tufão que causou a triste situção.
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As autoridades relatam que ao menos 64 pessoas seguem desaparecidas e 14 ficaram feridas. O tufão, que afeta a localidade há dias, provocou mais de 400 mortes nas seguintes regiões: Mianmar, Vietnã, Laos e Tailândia.
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Em áreas turísticas, a água subiu até o segundo andar das casas que foram construídas sobre palafitas, deixando vilas inteiras submersas. A situação se tornou ainda mais grave após muitos habitantes terem que sair de suas casas para buscar por refúgio.
As 113 mortes aconteceram no Mianmar e voluntários tiveram que partir de longe para as áreas afetadas, com a intenção de levar água, alimentos e roupas para às áreas mais afetadas.
Muitos veículos transportavam botes para auxiliar nos resgates. O líder do governo militar, Min Aung Hlaing, fez um raro pedido de ajuda internacional para lidar com as enchentes.
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Essa foi uma mudança significativa de comportamento, visto que o Miamar tem um regime que historicamente tem dificultado a entrada de assistência humanitária estrangeira.
A crise das inundações ocorre em meio a uma situação política e humanitária já crítica, agravada pelo golpe de estado de 2021, que forçou mais de 2,7 milhões de pessoas a deixarem suas casas devido ao conflito civil em andamento. A situação é grave na nação.

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