O caso da morte do menino Henry Borel gerou uma enorme repercussão em nosso país. Com apenas quatro anos de idade, a criança foi morta. As autoridades investigaram o caso e chegaram à conclusão de que Monique Medeiros, mãe do garoto, e o seu namorado, o vereador e médico, conhecido como Dr. Jairinho, são os responsáveis por terem causado a morte do menino. Monique está sendo condenada por ter agido de maneira omissa, enquanto Jairinho teria matado Henry com agressões físicas.
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E o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, sancionou a lei que será chamada de Henry Borel. O objetivo da lei é dar prioridade de investigação para os crimes que resultam em morte de crianças e adolescentes em todo o Estado.
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No documento, está explícito que é prioridade total para os seguintes casos;
“Prioridade absoluta na apuração de inquéritos policiais de crimes relacionados ao abuso, tortura, maus tratos, exploração sexual, tráfico e outras formas de violação de direitos de crianças e adolescentes”.
A lei foi sancionada três meses após ter ocorrido a morte de Henry Borel.
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Tanto a mãe quanto o padrasto estão presos.
Desde que Monique foi presa, ela tem mudado sua versão e alega que foi manipulada o tempo inteiro por Jairinho. Contudo, as autoridades não acreditam nesta possibilidade.
A partida de Henry deixou muita tristeza em nosso país e acendeu um alerta para os alertas que crianças indicam quando algo está errado.

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