O pai da menina Quenia Gabriela Oliveira Matos de Lima, de 2 anos, segue preso no Rio de Janeiro. Ele é acusado de maus-tratos contra a menina, que teve a morte confirmada na última quinta-feira (09).
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O homem foi levado à delegacia por policiais que estiveram na clínica onde a menina foi atendida. Apesar das graves acusações, e do laudo da necrópsia, ele afirma que não agrediu a filha.
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Segundo informações da delegada Márcia Helena Julião, o homem afirmou que a menina estava há três dias sem se alimentar. A delegada ainda revelou mais sobre o depoimento do homem.
Segundo ela, o suspeito “afirma que algumas vezes Patrícia [madrasta] ligava e dizia que Quenia tinha caído e se machucado, mas não levava a um hospital, passando uma pomada e dando uma dipirona para febre“.
A delegada ainda destaca que o casal não sabe explicar a origem dos múltiplos ferimentos encontrados na menina. Também em depoimento, a madrasta afirma que não levava a menina no hospital, mesmo sabendo dos ferimentos.
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O caso chegou ao conhecimento da polícia graças a ação da médica que atendeu a criança na clínica da família. Segundo a profissional, a menina chegou morta ao hospital e com múltiplas lesões.
Em relato, a delegada do caso admite ter se espantado com as imagens do corpo da menina. A delegada chegou a afirmar que o caso é o mais “desumano” e “terrível” que já assumiu em 40 anos na carreira.

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